Rosana é força e motivação na UCO

A técnica em enfermagem, Rosana de Souza Dias Fava, de 32 anos, tem uma história de vida diferenciada, desde bebê. Ela é uma guerreira. Muito positiva e resiliente. É uma história de fé e esperança para quem está passando por uma situação difícil. Rosana é uma jovem lutando com uma condição gravíssima de saúde. Sua história vai ser contada pela sua irmã, a analista financeiro, Ana Paula de Souza Dias Bastos.

Rosana tem uma grave doença genética no coração e está há mais de dois meses internada na UTI da UCO (Unidade Coronariana). “Quando ela nasceu, já havia passado a hora do parto e ela ficou dias internada na UTI Neonatal. Semanas depois do nascimento, teve pneumonia. Ela ficou tão grave que autorizaram o batismo dela no Hospital. Durante sua infância, operou a hérnia diversas vezes”, relatou Ana Paula.

Aos 20 anos (2009), a técnica em enfermagem, teve um mal-estar e foi socorrida. Em razão de dores abdominais foi preciso fazer colonoscopia. O exame acabou prejudicando-a mais ainda. Ela foi internada e precisou drenar as fezes que estavam no estomago. Foi necessária uma cirurgia e ela acabou pegando uma grave infecção. Sua saúde ficou bem debilidade (ela estava pele e osso) e a cicatrização levou meses para acontecer.

Em 2013, antes de se casar, fez exames de rotina cardiológico porque seu marido precisava fazer em razão de um pedido da empresa. O combinado entre eles é que ele só faria se ela fizesse também. “Até então, não fazíamos ideia dos problemas cardiológicos dela!”, disse Ana Paula. “Acreditamos que isso foi um agir de Deus.”

Exames e a primeira cirurgia cardíaca

Rosana, ao realizar exames de rotina em razão de um combinado com seu então noivo, Rafael Fava, descobriu que estava com a aorta no nível máximo de dilatação. Uma cirurgia de urgência foi feita com a equipe do Dr. Clèdicyon Eloy da Costa no Hospital Samaritano. Foi então a primeira vez que ela ‘abriu o peito’. Foi preciso trocar a válvula do coração. 

“Seis meses depois e antes do casamento, ela teve que abrir o peito novamente. Estava com endocardite”, disse Ana Paula. Rosana se recuperou e se casou com Rafael.

Em razão da sua doença cardíaca, eles imaginavam que não seria possível uma gravidez. Mas foi! Em 2015, nasceu Manuela Dias Fava em um parto de emergência e prematura e ambas precisaram ir para a UTI.

A partir disso, a grande guerreira precisou realizar uma cirurgia cardíaca por ano com a equipe do HSC.  “Ela tem vários aneurismas pelo corpo. Ano passado, teve uma dissecção de aorta fez uma cirurgia de emergência foi bem grave também. Aí a situação dela se agravou muito”, informou a irmã.

De acordo com Ana Paula, a equipe que a acompanha há anos e não via mais solução. Nessa última internação em 03 de outubro, “os médicos já não viam luz no fim do túnel até tentaram algo no exterior, mas, não deu tempo. Ela piorou. Essa cirurgia, de tudo que ela já passou, foi a pior em todos os sentidos. Ela tinha muito mal-estar, estava sem qualidade de vida não podia fazer esforço algum até para coisas mínimas. A equipe médica nos chamou e falou: despeçam-se dela”.

O poder da fé e o apoio incondicional

Ana Paula é madrinha e quem cuida da filha de Rosana junto com as avós. “Está sendo muito difícil apoiar minha irmã e fazer algo sem a menor garantia, mas, nunca desacreditamos do poder de Deus na vida dela”.  A cirurgia a qual Rosana passou e não havia garantias, durou mais de 10 horas e foi feita com uma técnica de resfriamento do corpo. Mais de 130 bolsas de sangue foram usadas.

Infelizmente, três dias depois ela teve que abrir o peito novamente porque estava cheio de coágulos. Teve trombose nas pernas. “Ver ela entubada, saber de toda a gravidade e ouvir o tempo todo se despeçam e mais do que isso, olhar pra filha dela e dizer vai ficar tudo bem, com certeza não é fácil”, falou emocionada Ana Paula. Rosana continua hospitalizada lutando para sair da intubação e respirar sozinha.

O apoio incondicional da família é o que tem ajudado Rosana. A madrinha cuida da Manu com o apoio das avós. Seu pai, João Batista Dias, passa o dia com Rosana na UTI e seu marido, Rafael, dorme com ela todos os dias. Rafael é muito presente. Eles são uma engrenagem. Se entendem muito bem. “Ela é a calmaria dele”.

“Eu tenho uma filha de um ano e a Manu gosta de ficar perto dela. Chama ela de irmã. É como se fosse minha filha. Eu e minha irmã somos muito apegadas e eu não deixaria a Manu em outras mãos, jamais”, enfatizou Ana Paula.  

Para ela, a motivação da irmã é a Manu. “O sonho dela é encaminhar a filha dela na vida. E isso ela fala sempre para os médicos. Ela quer cuidar da filha dela. Se não fosse a Manu, ela teria desistido há muito tempo. Manu é tudo na vida dela”.

“Pedimos por um milagre e acreditamos nele. Deus e Nossa Senhora estão com ela. E temos uma enorme gratidão pela equipe do Dr. Guilherme e do Dr. Eloy. São os anjos na vida da Rosana e cuidam dela com muito amor. Tanto os médicos e enfermeiros e demais equipes de apoio lutam e investem tudo pela vida dela”, finalizou.

Atendimento humanizado é diferencial

Para quem está há tanto tempo internado e longe da família, o contato com pessoas queridas é fundamental e auxilia na recuperação do paciente. Diante da gravidade do caso da Rosana, o HSC prezando pelo atendimento humanizado organizou um encontro entre Rosana e sua família antes da cirurgia. Ela esteve com seus familiares mais próximos e com a sua filha momentos antes de ir para o Centro Cirúrgico.

Com a cirurgia realizada e ela tendo sua saúde reestabelecida, dentro do possível, Rosana pediu para que passasse mais tempo com a família. A possibilidade foi então discutida entre equipe médica e de enfermagem e mais uma vez, pensando na humanização do atendimento e entendo que a iniciativa auxilia na recuperação e no processo de enfrentamento e hospitalização, foi permitido que seu pai ficasse durante o dia com ela. No período da noite, é seu marido quem dorme com ela na UTI todos os dias. 

“Acompanhar a Rosana e sua família nesse processo de hospitalização está sendo um desafio. Enquanto Psicóloga da equipe cardíaca tento proporcionar um acompanhamento no qual possamos oferecer um espaço de escuta e acolhimento, buscando trabalhar os recursos de enfrentamento, assim como possíveis necessidades que o paciente e sua família possam vir a apresentar”, explicou Isadora Ganzarolli Carlos.

É fato que o ambiente hospitalar e principalmente as UTIs são espaços que podem fragilizar emocionalmente os pacientes. “Poder oferecer um espaço de escuta e simbolização se faz necessário. Nosso trabalho com a Rosana e sua família é tentar tornar esse enfrentamento mais ´suportável´ ajudando-os em suas necessidades emocionais”, completou a psicóloga.

Gege comemora 76 anos durante internação em razão da Covid-19

Geraldo Tonon – carinhosamente chamado de Gege – de 76 anos, foi um dos idosos que venceu a forma grave da Covid-19 no HSC. Ele ficou entubado por 14 dias e surpreendeu a todos com a sua vontade de viver. Ao dar entrada no Hospital, 70% do seu pulmão já estava tomado pelo vírus e ele foi direto para a UTI.  Ao todo, foram quase três meses de internação. Sua alta aconteceu no dia 27 de março de 2021. No dia 18 de março, ele completou 76 anos no HSC. E, foi nesse dia também que ele tirou a traqueostomia. Para celebrar a vida, a família e os profissionais cantaram parabéns no quarto dele.

Gege teve uma parada cardíaca de dois minutos enquanto estava na UTI Respiratória. “Nem nesse momento eu deixei de ter fé. Entreguei nas mãos de Deus e pedi que Ele fizesse o que fosse melhor para o meu amor”, contou Rosa Maria da Silva, esposa de Geraldo. Eles estão juntos há 13 anos. Ela tem três filhos e três netos e ele, duas filhas e três netos.

“De tudo o que passamos nesse período e diante da gravidade do caso, temos um sentimento de gratidão enorme por todos os profissionais que cuidaram dele no Hospital. Foram momentos muito difíceis e que com muita fé em Deus e com a dedicação, determinação, amor, carinho e presença das equipes médicas, de enfermagem e da assistência, ele saiu vivo. Tenho ele aqui comigo sem sequelas e muito ativo”, falou Rosa e destacou que o atendimento recebido no Hospital foi fundamental. “Ele é um guerreiro!”, completou.

“Fui muito bem atendido no Hospital. Os profissionais são muito carinhosos e dedicados. Depois que sai da UTI, pude ver o mundo novamente. Todas as equipes foram maravilhosas comigo. Talvez, eu nem merecesse tanta atenção”, disse emocionado. Gege já esteve internado em razão de outras doenças e relembrou também o atendimento recebido anteriormente. “Rezo e peço a Deus e à Nossa Senhora Aparecida para que protejam esses profissionais da Covid-19. Não foi fácil o que passei. Lutamos muito pela minha vida! Torço para que nada disso aconteça com eles para que eles possam cuidar de quem precisa”, concluiu. Agora, o plano do casal é viver cada dia intensamente aproveitando todos os momentos e conhecendo novos lugares.

Famílias trocam experiências no mês da prematuridade

O Novembro Roxo – mês de dedicado à conscientização sobre a prematuridade – foi marcado pela troca de experiências entre os profissionais do Hospital Samaritano Campinas e as famílias que viveram ou que estão vivendo a prematuridade de seus filhos. O encontro comemorou também o Dia Mundial da Prematuridade, celebrado em 17 de novembro. Uma exposição de fotos dos bebês da UTI Neonatal também fez parte das ações.

As famílias tiveram a oportunidade de conhecer a história da Laura Orbetelli de Oliveira, hoje com 1 ano e 10 meses. Ela nasceu prematura extrema com 29 semanas de gestação e pesando 1.160 kg no dia 26 de janeiro de 2020. Ficou internada na UTI Neonatal e na UTI Pediátrica durante 9 meses. “Os médicos nos falaram que ela tinha um quadro incompatível com a vida”, contou o pai, Henrique Melo de Oliveira.

Andreza Orbetelli de Oliveira, mãe da Laura, disse que a criança teve necrose total do intestino, passou por cuidados paliativos durante 37 dias. Ao longo dos 9 meses, foram 11 infecções, 4 cirurgias e 7 intubações. Além de anemia profunda, desidratação e desnutrição extrema. Teve muitos altos e baixos em decorrência de uma série de situações. “E, sem explicação, durante um dos inúmeros exames aos quais Laura foi submetida, ela tinha um intestino novo com 80 centímetros, não apresentava mais a cardiopatia e tem uma saúde perfeita e sem sequelas”.

“O período da internação da Laura foi muito difícil. Sempre confiando em Deus acreditamos que Ele enviou anjos através dos funcionários do Hospital. Uma equipe muito boa, competente, amorosa e que nos ajudou a confiar e conseguimos passar por tudo isso”, disse Andreza. Ela ressaltou que “todas as equipes e profissionais não cuidam só da criança internada, mas, da família dela também”. “Tenho uma gratidão eterna a cada um deles. E torço para que eles continuem com esse trabalho de excelência e dedicação”.

“O atendimento que recebemos durante o período de internação foi muito bom. Os profissionais foram, em sua maioria, carinhosos, atenciosos e sensíveis a situação que passamos. É uma equipe que merece todo tipo de reconhecimento. Nos deram todo apoio e orientações”, destacou Henrique. E, em meio a uma pandemia, o Hospital – diante da gravidade do caso – permitiu que sua irmã Vitória pudesse conhecer e visitar Laura. A família é de Paulínia.

Medicina do Trabalho cuida da saúde do colaborador

A saúde do colaborador do HSC também recebe o cuidado e carinho especial. Através da Medicina do Trabalho é possível prevenir doenças. O setor, coordenado pela Dra. Marcela Bailoni Marcilio, é responsável pela relação entre o trabalho e a saúde do trabalhador.

De acordo com ela, a Medicina do Trabalho é uma área de grande importância no mundo atual, por diversos fatores, mas, principalmente, pelo o fator de prevenção. “O principal objetivo é que o trabalhador tenha sua saúde preservada em seu trabalho. Para que isso ocorra é crucial a perfeita integração com o setor de Engenharia e Segurança do Trabalho para identificarmos os potenciais riscos ocupacionais e possíveis acidentes de trabalho”.

Dra. Marcela explicou que os benefícios da Medicina do Trabalho são inúmeros. “Além da prevenção de doenças e acidentes relacionados com o trabalho, é um importante instrumento de medicina preventiva e qualidade de vida. Proporciona uma integração dos setores para que seja feito (quando necessário) ajustes, remanejamentos e restrição nas tarefas permitindo assim, um ambiente saudável”.

“Ter uma medicina voltada para o trabalhador é de extrema importância para saúde de toda a população, principalmente, nesse período da pandemia do coronavírus. Manter nossos colaboradores trabalhando em prol da humanidade com saúde e segurança é nosso foco principal”, destacou a coordenadora.

PROMOÇÃO DA SAÚDE

Equipe Medicina do Trabalho

No HSC, a promoção da saúde do trabalhador tem um olhar voltado para a qualidade de vida. A Medicina do Trabalho realiza análises de exames que permitem a orientação efetiva e preventiva da saúde do colaborador. “Estamos também a frente das vacinações e medidas protetivas para o enfretamento da pandemia do coronavírus desenvolvendo orientações e ações específicas neste sentido”, acrescentou a médica. Dra. Marcela completou dizendo que, recentemente, foi contratada uma psicóloga com experiência clínica para atendê-los de forma exclusiva.

A equipe da Medicina do Trabalho é composta pela médica do trabalho, Dra. Marcela, pela enfermeira, Ana Cristina, pela psicóloga Elaine e, pela estagiária, Beatriz. O Ambulatório da Saúde do Trabalhador funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

Segurança do Trabalho auxilia na prevenção de acidentes

Abril é considerado como o Abril Verde, o mês de conscientização e prevenção aos acidentes de trabalho. Mas, não é só nesse mês que os colaboradores devem estar atentos. No HSC, existe um departamento que cuida dos fatores de risco e das causas dos possíveis acidentes de trabalho durante as atividades do colaborador. É a Segurança do Trabalho.

De acordo com o coordenador do setor, o engenheiro Carlos Alberto Rochadel, a Segurança do Trabalho também é responsável por definir as medidas de prevenção nos ambientes. “As atividades da engenharia de segurança do trabalho envolvem, educar e treinar os colaboradores, orientar uso e cuidados com os Equipamentos de Proteção Individual, planejar sistemas de trabalho que antecipam os riscos, prevenir acidentes, analisar as causas e as relações com as doenças ocupacionais, além de inspecionar as condições de trabalho e o cumprimento das 36 normas regulamentadoras da Lei Federal”, comentou.

Além de todas essas atividades, a Segurança do Trabalho atende às solicitações do Ministério do Trabalho, Ministério Público, Anvisa, Sindicato da Saúde, Corpo de Bombeiros e demais órgãos fiscalizadores. Rochadel explicou que quando ocorre um acidente de trabalho, o coordenador do setor ou o responsável pelo colaborador, deve preencher um documento chamado FAAT (Ficha de Análise de Acidente do Trabalho), procurar a Segurança do Trabalho para complementar a análise e após a FAAT será encaminhada para Medicina Ocupacional.

E, para que dentro da empresa, o cumprimento das questões relacionadas à Segurança do Trabalho seja efetivado, existe a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) que é composta por pessoas eleitas e indicadas. Essa eleição acontece anualmente e no próximo dia 26 de abril, tomará posse a comissão para a gestão 2021/2022.

O horário de atendimento da Segurança do Trabalho é de segunda a quinta-feira, das 8 às 22 horas e na sexta-feira, das 8 às 18 horas.

Dia da Mulher é celebrado com programação especial

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher (08/03) uma programação especial voltada a todas as colaboradoras foi preparada. Entre os dias 08 e 12 de março, foi programado almoço e jantar especial, demonstração de produtos de beleza, calçados e acessórios e quick massagem. A divulgação da Semana da Mulher foi feita por meio de cartazes fixados no Hospital.

A programação também incluiu a exposição Mulheres que Inspiram. Nela, algumas colaboradoras contaram suas histórias de superação com a intenção de inspirar outras mulheres a serem fortes e resilientes. De acordo com o RH, o quadro de colaboradores do Hospital é composto por 80% de mulheres. Por essa razão, foi organizada uma semana especial destinada a todas elas.

Cuidando de quem cuida

Atendimento com psicóloga pode ser agendado pelo WhatsApp

Para auxiliar os colaboradores a passarem por esse momento de pandemia que está envolvendo a exaustão, o medo, a insegurança e a tristeza, foi implantado no HSC o atendimento psicológico para todos os colaboradores. Para isso, é necessário agendar horário de atendimento, o que pode ser feito pelo WhatsApp 19 99987-0538 ou pelo Ramal 1179.

Uma psicóloga foi contratada exclusivamente para atender todos eles. É um auxílio para aqueles que estão precisando de ferramentas para superar a situação a qual estão passando. O atendimento acontece na segunda, terça e sexta-feira, das 9 às 15h e quarta e quinta-feira, das 17 às 23h. 

HSC promove campanha em prol da Bancada Solidária

Entre os meses de fevereiro e março, o HSC vai arrecadar leite e alimentos não perecíveis. A ação faz parte do projeto Bancada Solidária Taquaral e os alimentos irão compor as cestas básicas entregues nas casas das mil famílias cadastradas pelo grupo e em entidades sociais. As doações podem ser deixadas no Recursos Humanos.

Seo Sebastião, uma das pessoas atendidas pelo projeto 

A Bancada Solidária é uma iniciativa de voluntários que se uniram no ano passado para auxiliar as pessoas em situação de rua e as que estão sem rendimentos devido a pandemia do coronavírus. Tudo começou com um varal com lanches e uma prateleira com alimentos não perecíveis e produtos de limpeza na entrada do kartódromo da Lagoa do Taquaral. A campanha teve uma grande adesão que acabou gerando longas filas e aglomeração para a retirada dos alimentos. Em razão da pandemia, o grupo de voluntários teve que adotar outras medidas para que essa entrega fosse feita. E uma delas foi a união com as empresas para que essa arrecadação acontecesse e pudesse ser entregue de forma segura às famílias.

“Quando vemos o sorriso estampado no rosto das pessoas que atendemos percebemos o quanto é importante e essencial ter alimento em casa. Os sorrisos expressam a pureza e o alivio de não sentir fome. Nós, da Bancada Solidária, pedimos a vocês que nos ajudem a plantar esperança.  Se cada um der um pouquinho, teremos muitos sorrisos iluminando este período de trevas”, disse Nina Güth, uma das organizadoras do projeto.

Cuidando de quem cuida: HSC tem atendimento psicológico para colaboradores

Nesse momento de pandemia, há cansaço, há exaustão, há insegurança e muitas incertezas. É preciso ter calma e respirar fundo. Nada dura para sempre mesmo sendo o mais difícil dos momentos.

Por isso, para auxiliar os colaboradores a passarem por esse momento da melhor forma possível, o Hospital Samaritano Campinas está oferecendo atendimento psicológico. Uma psicóloga foi contratada exclusivamente para atender os colaboradores. É um auxílio para aqueles que estão precisando de ferramentas para superar a situação a qual estão passando. O objetivo é dar apoio e ensinar técnicas para que os colaboradores possam lidar com as emoções.

O atendimento – destinado a todos os colaboradores – acontece na segunda, terça e sexta-feira, das 9 às 15h e quarta e quinta-feira, das 17 às 23h.  Para ser atendido é necessário agendar pelo WhatsApp 19 99987-0538 ou pelo Ramal 1179.

Escuta Ativa

Outro projeto voltado a saúde do colaborador também acaba de ser implantando no Hospital. É o Escuta Ativa. Nele, é possível encontrar canais para conversar e desabafar. O Recursos Humanos, a Medicina do Trabalho e o Serviço Social estão prontos para lhe ouvir. Quem precisar também, não pode esquecer do CVV (Centro de Valorização da Vida).

Tempo de Casa

Em fevereiro, são oito os colaboradores que estão entre cinco e 25 anos trabalhando no Hospital Samaritano Campinas. A Técnica de Enfermagem, Patrícia Maria Rodrigues Silveira Reis está completando Bodas de Prata!