HSC tem Comissão de Óbito para melhoria dos processos

Para minimizar ao máximo as falhas e melhorar os processos de atendimento, o Hospital Samaritano Campinas tem uma Comissão de Óbitos formada por médicos de diversas especialidades e enfermagem. Essa equipe é responsável por analisar os óbitos ocorridos na instituição, abrangendo Enfermaria e Unidades de Terapia Intensiva.

“A Comissão trabalha após análise prévia de cada óbito ocorrido nestes setores. O médico responsável leva para a reunião os óbitos que eventualmente ocorreram. Essas ocorrências podem ser divididas em estatísticas inerentes ao procedimento e falhas técnicas”, disse o diretor técnico do HSC, Dr. Sérgio A. Pinotti. De acordo com ele, “cada caso é analisado individualmente e levado à Comissão, que em conjunto procura chegar a uma conclusão sobre as condições de determinado óbito”.

A Comissão de Óbito baseia-se em princípios científicos, com o objetivo de melhorar o sistema minimizando ao máximo as falhas que possam ter ocorrido. “Quando não é possível chegar a uma conclusão a Comissão solicita esclarecimentos para a equipe multiprofissional, com o principal objetivo de melhoria de processos”, acrescentou.

Para Dr. Sérgio, o trabalho em equipe é fundamental para que qualquer tarefa seja realizada com sucesso. “Ajuda, principalmente, a promover uma comunicação mais assertiva através da união de profissionais com diferentes experiências e conhecimentos”, finalizou.

Tratamento do aneurisma da aorta mantém Hospital como pioneiro e inovador no uso da tecnologia

Após a realização de duas cirurgias pioneiras no Brasil pelo cirurgião vascular do HSC, Dr. Guilherme V. Meirelles, mais um procedimento inédito no país colocou o Hospital como um dos mais atuantes na vanguarda da cirurgia do aneurisma da aorta.

De acordo com o especialista, o primeiro procedimento consistiu no tratamento de um aneurisma do arco aórtico, “através de uma endoprotese ramificada para arco aórtico, produzida na Austrália especificamente para o paciente”. O segundo caso foi outro aneurisma da aorta, “agora justa renal, tratado com uma prótese produzida nos Estados Unidos – também exclusivamente para o paciente já submetido a diversos tratamentos anteriores como de aneurisma da aorta torácica e infra-renal. Foi o primeiro caso com esta prótese em toda América Latina”, contou Dr. Meirelles.

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